ARQUITETURA

O que pode envolver um Projeto Saudável e Sustentável?

  • Arquitetura Bioclimática

  • Conforto ambiental e eficiência energética

  • Qualidade do ar Interior (QAI)

  • Bioconstrução

  • Geobiologia

  • Atenuação da poluição eletromagnética

  • Biologia das Construções

  • Feng Shui

  • Neuroarquitetura

  • Sistemas inteligentes para uso da água

  • Qualidade da água

  • Micro-geração de energia fotovoltaica

  • Aquecimento solar de água

  • Materiais naturais, de baixo impacto e não tóxicos

  • Iluminação Natural e Luminotecnia Inteligente

  • Segurança e Acessibilidade

  • Design baseado na Natureza

  • Biofilia

Desenvolver projetos de arquitetura dentro de uma visão ecológica e biofílica, pensando na necessidade de cada cliente, de forma a promover a saúdesustentabilidade e o bem-estar em todos os  projetos - esta é a premissa da Tellus Arquitetura Sustentável.

 

Os nossos projetos, sejam de caráter residencial ou corporativo, propõem soluções bioclimáticas que visam o menor consumo energético, agregando desde soluções da bioconstrução até técnicas contemporâneas.

Buscamos promover saúde  e qualidade de vida para todos que irão ocupar os espaços, colocando as pessoas e a natureza como protagonistas principais da edificação.

A arquitetura só pode ser considerada sustentável e saudável quando o projeto já nasce seguindo estas premissas.

 

Por isso, a Tellus desenvolve os projetos utilizando a tecnologia Open BIM (Building Information Modeling), o que facilita as análises iniciais e permite uma maior colaboração interdisciplinar, trazendo benefícios e agilidade para todos os envolvidos.

 

Arquitetura Saudável

A arquitetura saudável tem como prioridade criar espaços que propiciem saúde e bem-estar aos usuários. Para isso, são utilizados os princípios da Biologia das Construções, que garantam conforto térmico, lumínico e acústico, qualidade do ar interno (QAI), humanização dos espaços e proteção contra riscos físicos (radiações eletromagnéticas), químicos (COVs e outras toxinas) e biológicos (fungos, mofos, vírus).

A Tellus utiliza padrões alemães como referência, de qualidade reconhecida mundialmente, para garantir ambientes livres de riscos à saúde de seus usuários.

 

Independentemente de ser residencial ou corporativo, o edifício deve estar sempre protegido das agressões externas, tão comuns no dia a dia de nossas cidades, garantindo uma sintonia com o ciclo circadiano comum a todos. 

 

Outras técnicas como os estudos de Geobiologia (Medicina do Habitat) e do Feng Shui garantem a integração dos projetos com o meio ambiente, resultando em um equilíbrio energético com o planeta e suas influências telúricas, provenientes do centro da Terra.

Arquitetura Sustentável

A arquitetura sustentável, assim como a própria definição de sustentabilidade, envolve o equilíbrio entre os aspectos ambientais, sociais e econômicos.

 

A Tellus desenvolve projetos que permitam o melhor aproveitamento dos recursos locais e naturais, além de propiciar bem-estar e qualidade de vida para as pessoas por meio de soluções economicamente viáveis.

 

Os projetos são adaptados à topografia e ao clima de cada local, garantindo ambientes mais eficientes, confortáveis e integrados com a paisagem natural. Incorporar técnicas da bioconstrução com uma releitura contemporânea resulta em uma arquitetura mais acolhedora.

 

Além do estudo dos fatores climáticos, os hábitos culturais também são analisados para atingir a eficiência energética do projeto, de acordo com a necessidade daqueles usuários. Assim, cada proposta é única, personalizada, e cada detalhe cumpre uma função importante dentro de um contexto maior, em uma relação de interdependência.

 
  • Arquitetura Bioclimática

A arquitetura bioclimática equilibra o projeto com o seu entorno, aproveitando as condições climáticas favoráveis. Leva em consideração não apenas as condições do clima local, mas também a orientação solar, as edificações e a vegetação do entorno, a topografia e outros objetos que possam criar barreiras de vento ou sombreamento. A partir disso, é possível identificar a geometria mais adequada, bem como os materiais, sistemas construtivos e posicionamento, atendendo ainda às necessidades e costumes dos usuários. Uma edificação projetada para ter um bom desempenho deve otimizar ao máximo o aquecimento e o resfriamento passivo, a ventilação natural, a incidência de luz e radiação solar necessária para cada ambiente, dispensando o uso de aparelhos para equilibrar a temperatura interna.

ENTENDA MAIS

Preparamos um GLOSSÁRIO para você entender melhor alguns conceitos da arquitetura saudável e sustentável:

  • Conforto ambiental e eficiência energética

Para cada atividade exercida dentro dos ambientes, existe uma condição favorável de conforto - para repousar e descansar, praticar atividades físicas ou até trabalhar e ser mais produtivo - e diversos fatores influenciam para atingir o conforto adequado. Um projeto arquitetônico deve ser pensado para garantir conforto térmico, lumínico e acústico, adotando soluções que minimizem as condições externas desfavoráveis, como extremos de calor, frio, ruídos e iluminação. Quanto mais eficazes forem estas soluções que garantem o conforto passivamente, menor será o consumo de energia necessário para iluminação e climatização artificial dos ambientes. Dessa forma, a edificação se torna eficiente energeticamente, já que não haverá desperdícios e nem consumo desnecessário de energia elétrica para manter as condições de conforto ideais.

  • Qualidade do ar interior

A qualidade do ar interior (QAI) é uma das maiores preocupações mundiais quanto se à salubridade de ambientes internos. Este conceito ganhou destaque quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a Síndrome de Edifício Doente como uma das principais causas de enfermidades nas pessoas. Segundo a OMS, 30% de todas as edificações do mundo podem causar algum tipo de enfermidade nos seus habitantes. Dentre os componentes que podem ser monitorados para entender a qualidade do ar, estão: umidade relativa, níveis de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs), gás carbônico, concentração de formaldeído e partículas inaláveis. Estratégias que contribuem para a melhor QAI: ventilação natural, iluminação natural, uso de materiais não tóxicos, plantas para filtragem do ar.

  • Bioconstrução

A bioconstrução procura resgatar técnicas vernaculares, formas tradicionais de construção, com o propósito de garantir um bom desempenho térmico e acústico para as edificações. Com o uso de materiais predominantemente naturais e locais, como terra, madeira e pedra, é possível criar uma conexão da natureza com o usuário que corresponde às demandas de nossos arquétipos ancestrais. As construções em terra por exemplo, estão sendo reincorporadas na arquitetura contemporânea em função de suas propriedades termo- energéticas e higroscópicas, que regulam os níveis de umidade.A bioconstrução procura um conceito de projeto baseado na natureza, seguindo os ensinamentos da permacultura, a cultura permanente em que o habitante, a moradia e o ambiente formam um organismo vivo. Por meio de uma série de técnicas, é possível especificar sistemas estruturais, de vedação, coberturas e revestimentos naturais que vão propiciar ambientes com uma boa qualidade de energia, de alto nível biótico.

  • Biologia das Construções

Conceito que surgiu na Alemanha, a biologia das construções analisa cada edificação como um ser vivo que, assim como qualquer outro ser, influencia positiva ou negativamente a vida das pessoas que estão no seu interior. E para garantir que estas pessoas se mantenham saudáveis morando ou trabalhando nesta edificação, a biologia das construções avalia uma série de questões que podem influenciar tanto na saúde e bem-estar dos usuários de uma edificação, mas também da recuperação ou manutenção dos ecossistemas urbanos em equilíbrio com os meios naturais. 

  • Poluição eletromagnética

A ciência vem alertando, ao longo das últimas décadas, sobre os riscos que os campos e ondas eletromagnéticas podem atingir a saúde dos seres vivos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já classifica a poluição eletromagnética dentro da categoria potencialmente carcinogênico, ou seja,  que pode favorece o desenvolvimento de câncer. As radiações artificiais podem provocar alterações no metabolismo do ser humano e, a longo prazo, causar uma série de desconfortos e enfermidades. As pessoas que vivem nos centros urbanos, principalmente, estão rodeadas por essas influências.

 Existem equipamentos específicos que medem os níveis de exposição de campos eletromagnéticos (baixa frequência) e ondas eletromagnéticas (alta frequência) em corrente alternada. A partir disso, é possível propor layout de instalações prediais com menor nível de exposição a estes campos, além de soluções que protejam os usuários quanto às radiações de estações rádio base (ERBs) ou antenas de celular. É comum, ainda, que alguns equipamentos criem na rede elétrica o que se chama de eletricidade suja, ou dirty electricity. A Tellus, por meio da análise deste fenômeno, procura eliminar sua ocorrência em seus projetos.

  • Geobiologia

Geobiologia, ou Medicina do Habitat, é a ciência que busca identificar pontos que podem causar algum desconforto e até mesmo enfermidades nas pessoas. Por meio de levantamentos geobiológicos, é possível identificar influências telúricas, que vêm da terra, no terreno ou nas edificações, e assim determinar eventuais impactos e desequilíbrios na saúde dos usuários, causados por estas interferências. Quando integrada com a biologia das construções, a geobiologia identifica fontes naturais e artificiais de radiação. Por meio da radiestesia são detectadas as influências telúricas e as zonas geopatogênicas dos locais. Aí, o papel da Tellus é propor soluções que garantam que ambientes de longa permanência, como quartos e estações de trabalho, estejam localizados em zonas fora desta influência indesejada para estes usos.

  • Sistemas de Energia Solar

Sistemas que utilizam energia solar, totalmente renovável, além de contribuírem para redução de emissões de gases do efeito estufa, também podem trazer economia financeira no consumo de energia. Para isso, o funcionamento destes sistemas deve ser eficiente. Considerando o alto custo de instalação, as diferentes tecnologias disponíveis e as possibilidades de disposição e configuração, é importante que sua implantação seja prevista durante o projeto da edificação, para permitir o melhor aproveitamento da radiação solar, tendo o posicionamento do sistema otimizado, considerando a melhor orientação, inclinação e evitando o sombreamento.

  • Micro-geração de energia fotovoltaica

A energia solar pode ser convertida diretamente em energia elétrica por meio de módulos fotovoltaicos. Um sistema fotovoltaico é capaz de gerar energia suficiente para suprir a demanda total ou parcial na operação de um edifício. Quando conectado à rede de uma concessionária, a energia excedente produzida pelo sistema, que não for utilizada na hora, é transmitida para a rede e o usuário pode utilizá-la em outros momentos. O valor “devolvido” para a rede local é transformado em créditos, que são descontados na fatura de energia elétrica do edifício. Já, quando o sistema está isolado, desconectado da rede elétrica, é necessário o uso de baterias para armazenar a energia excedente, permitindo seu consumo nos horários em que não ocorre incidência solar.

  • Aquecimento solar de água

Outra forma de utilizar a energia solar em edificações é por meio do aquecimento de água. Para isso, são utilizados coletores solares térmicos que aquecem a água com o calor do sol, permitindo que a água quente seja utilizada em chuveiros, torneiras e até mesmo para aquecimento de piscinas. O uso de coletores solares substitui total ou parcialmente a utilização de energia elétrica ou gás para o aquecimento de água. Estes sistemas também são indicados em residências, condomínios, empreendimentos hoteleiros e clubes. Com eles, não há preocupação em acabar a água quente, já que é comum o uso de sistemas híbridos nos quais aquecedores ou caldeiras complementam o aquecimento em situações de pouca incidência de sol, baixas temperaturas ou volume da água quente consumido acima do normal. 

  • Qualidade da água

A água é um elemento vital para a nossa sobrevivência, e por isso deve ser consumida em sua forma mais pura possível, livre de contaminantes e elementos nocivos à saúde, como metais pesados, por exemplo. Pensando de forma cíclica, também é imprescindível cuidar da qualidade da água que devolvemos para o meio ambiente na forma de esgoto. Sendo assim, o uso de tratamentos naturais adequados dos efluentes evitam a contaminação dos corpo aquáticos..

  • Sistemas inteligentes para uso da água

Além de utilizar sistemas economizadores de água, como torneiras, chuveiros e vasos desenvolvidos para consumir menos, sem deixar de exercer suas funções, ainda é possível contribuir com o uso racional de água de diversas outras maneiras. Com o aproveitamento de água da chuva, por exemplo, é possível coletar e armazenar a água pluvial para fins não potáveis, como a irrigação de plantas e jardins, lavagem de carros, calçadas e até no uso das bacias sanitárias. A captação e armazenamento da água da chuva pelos edifícios nos centros urbanos também ajudam a prevenir enchentes, evitando que a drenagem urbana seja sobrecarregada em períodos de chuva forte. Outra maneira de consumo inteligente de água é por meio do reuso de água, ou seja, usar novamente a mesma água utilizada em torneiras, chuveiros e máquinas de lavar (águas cinzas), ou de vasos sanitários (águas negras) para os mesmos fins não potáveis, após realização de um tratamento adequado. 

 

Todas estas soluções permitem que o consumo de água tratada seja reduzido, trazendo benefícios ao meio ambiente e economia para o bolso dos usuários. 

  • Iluminação Natural e Luminotecnia Inteligente

A iluminação tem sido cada vez mais reconhecida pela ciência como um dos fatores responsáveis pela saúde dos seres humanos. Ambientes com baixa qualidade luminosa podem propiciar o aparecimento de enfermidades. Fenômenos naturais do como o ciclo circadiano são fundamentais para a manutenção da vida, assim como dos processos de cura. O ciclo circadiano designa o período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos, sendo influenciado principalmente pela variação de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite. 


A iluminação artificial inadequada pode desencadear alguns distúrbios no metabolismo humano, como, por exemplo, a supressão da produção do hormônio melatonina, vital para uma vida saudável. Desta forma, o projeto luminotécnico deve garantir que os circuitos e as lâmpadas estejam de acordo com as atividades humanas e saúde dos usuários, bem como com o consumo de energia,

  • Materiais de baixo impacto, naturais e não tóxico

Os materiais de baixo impacto são aqueles que agridem menos o meio ambiente ao longo de seu ciclo de vida, em comparação com sistemas mais tradicionais. O ciclo de vida de um material envolve sua fabricação, uso e e deposição, sendo a reciclagem e reutilização, estratégias para minimar parte desses impactos.  

Materiais naturais tendem a ser de baixo impacto, visto que necessitam de menos processos para serem fabricados. Os materiais naturais também promovem ambientes mais salubres e saudáveis, pois não emitem qualquer forma de compostos orgânicos voláteis, alguns reconhecidos como cancerígenos e presentes em muitos materiais facilmente encontrados no mercado. Além disso, materiais de origem natural podem ter propriedades higroscópicas, que absorvem o vapor de água, permitindo um equilíbrio de umidade com o ambiente externo, o que também traz benefícios em termos de conforto e eficiência energética.

  • Segurança e Acessibilidade

Os projetos Tellus são pensados de forma universal, para que todos possam usufruir dos espaços com conforto e dignidade, sempre em conformidade com a Norma Brasileira de Acessibilidade – NBR 9050.

  • Biofilia

A arquitetura biofílica busca incorporar elementos vivos, bióticos, como parte da solução arquitetônica para um projeto bioclimático. Ela entende a construção como um ecossistema em si, onde os fluxos de energia precisam estar em equilíbrio interno e com seu entorno. Assim, a arquitetura se torna mais capaz de lidar com riscos e ameaças de nossa sociedade. As plantas, por meio do paisagismo, assumem um papel multifuncional dentro do edifício, promovendo a retenção de água de chuva, filtragem de poluentes, resgate da biodiversidade, conforto psicológico e produção alimentar.

  • Design baseado na Natureza

Design baseado na Natureza nada mais é do que usar a natureza como referência na hora de se projetar. A Biomimética é uma ciência que estuda os modelos da natureza e depois os imita, ou os utiliza como inspiração. A natureza é perfeita e cíclica, de modo que pode nos ensinar a pensar em estratégias e sistemas inovadores que sejam sustentáveis, principalmente em relação ao uso e gestão dos recursos disponíveis.

Em termos de geometria, os padrões e formas encontradas na natureza, são harmônicas entre si, e criam vibrações específicas que equilibram todos os sistemas naturais, incluindo o próprio ser humano. Espaços com formas retas e desproporcionais, nos condicionam a vibrar em frequências dissonantes das de nossa própria natureza, podendo causar certo estranhamento, desconforto, cansaço, e certas enfermidades físicas e psicológicas. O uso da geometria sagrada e proporção áurea, além de nos proporcionar contextos visualmente atraentes, ajudam a harmonizar essas energias destoantes.

  • Neuroaquitetura

A Neuroarquitetura está relacionada ao estudo da neurociência aplicada à arquitetura. Ou seja, explica como o ambiente físico impacta em nosso cérebro. Soluções que envolvem iluminação natural, a biofilia, biomimética, psicologia das cores e tudo que estimule qualquer um dos 5 sentidos, têm grande influência na atividade do nosso sistema nervoso. Essa percepção dos espaços pode determinar o humor, produtividade,qualidade do sono, qualidade de vida e bem-estar de forma geral.

  • Feng Shui

O Feng Shui é uma técnica chinesa milenar que busca observar e conhecer os ambientes, entendendo como eles se relacionam com seus usuários. O Feng, como é carinhosamente chamado pelos seus adeptos, cria condições para que a construção detenha a força vital que vem de fora (Qi), e impeça que essa força se dissipe para fora da construção. Assim, a técnica tem como resultado ambientes mais harmônicos para seus usuários. O Feng Shui atual apresenta algumas escolas que atuam com métodos próprios. A Escola da Forma e a Escola da Bússola, por exemplo, agem de forma interdependente e podem ser aplicadas em um mesmo projeto. 

Quer saber ainda mais?

Nos siga nas redes:

  • Arquitetura Sustentável
  • Cinza ícone do YouTube
  • Arquitetura Saudável
  • Paisagismo Ecológico
  • Arquiteto Curitiba

Cadastre-se

e fique por dentro das novidades e dos próximos eventos da Tellus!

Você foi cadastrado com sucesso!